EM REFERÊNCIA AO TERMO CRISTO (DEDICADO À MAÇONARIA)

Por Vitor Manuel Adrião

Cristóvão Colombo, como um Grande Iniciado que foi, e a quem não podia deixar de caber o papel de Descobridor da América, o “Novo Mundo” – pois era justamente o Lugar onde deveria fazer o seu surto a Nova Civilização (para a qual foi fundada, por força de Lei, a Sociedade Teosófica Brasileira), tinha por “sigla” o termo grego CHRISTOFERENS, que significa “aquele que carrega (ou traz consigo) o Cristo”. E como CRISTÓVÃO, o santo da Igreja, tivesse o mesmo nome, logo houve a interpretação errónea (ou da “letra que mata”) de o referido santo carregar os necessitados, e até o “Menino Jesus” (na razão do termo “Cristo”), de uma margem à outra do rio. No entanto, o mesmo “santo” – como os demais em evidência no Catolicismo – “trazendo consigo o Cristo”, tem direito ao referido grau ou título.
O Livro dos Mortos (livro da Santa Morada, etc.) do Antigo Egipto fala da “Barca de Osíris navegando no Rio Nilo carregada com as almas dos imortais para o Amenti”. É uma alegoria idêntica à frase anteriormente comentada. O termo “Nilo”, cujo significado não foi até hoje bem interpretado, poderia talvez ser traduzido pelo “nihil” latino, que quer dizer “nada”. Mas isto no sentido daquele “nada” ou aniquilamento a que se refere Gautama ou Gotama na sua incomparável Filosofia, ou seja, o do desaparecimento completo dos sentimentos terrenos, pois que Moksha (sânscrito) quer dizer “Libertação” (ou seja, fora da matéria), isto é, a mesma “Salvação eterna” da Igreja Católica. É um termo contrário, portanto, a outro sânscrito, que é Tanhâ, ou “desejo de viver”, apego à matéria.

Quanto à palavra “Barca”, que veio finalmente dar origem à chamada “Barca de S. Pedro”, é termo antigo, e sempre ligado à “salvação”, libertação, etc. Donde a Maha-Yana, ou “Grande Barca de Salvação” do Budismo do Norte da Índia, e a Hinayana, ou “Pequena Barca de Salvação” do Budismo do Sul.

Para todos os efeitos, a Sociedade Teosófica Brasileira é a Grande Barca de Salvação em cujo bordo navega a prodigiosa Semente da Nova Civilização. O seu Timoneiro ou “Condutor” foi obrigado a visitar o Norte da Índia e a ligar-se, portanto, na adolescência ou dos 15 para os 16 anos de idade, à Escola anteriormente apontada, ou seja, a Maha-Yana, para depois ocupar o referido cargo ou função. Ressalta daí o mesmo significado de “pastor” usado pelo Catolicismo e o Protestantismo, embora muito antes dessas duas religiões já se aplicasse a Gautama, cujo nome não quer dizer outra coisa senão Condutor – Tama – e Gado – Go ou Gau. Em outras palavras, vaqueiro, pastor, etc. Essa é a razão porque o Arauto da Obra em que está empenhada a S.T.B. chamou de Cabrero (em espanhol) ao referido Chefe ou Dirigente de tão sublime Movimento.

O termo “Pontífice”, por sua vez, significando “construtor de pontes”, sujeita-se à mesma interpretação anteriormente feita, pois através de tal “ponte” (um verdadeiro traço de união ou ligação entre o Mundo Terreno e o Divino) vão sendo conduzidas ou salvas as almas que se acham sob a protecção ou guarda de Alguém ou alguma coisa. Ao “arco-íris” se dava o nome de “fio de navalha”, cuja finura ou estreiteza tornava difícil a passagem das almas a caminho do Divino ou da “Salvação”. E isto, ainda, porque a sua forma semicircular é uma alegoria à abóbada celeste… No Egipto já existiam os “Pontífices-Pyronis” que, idênticos aos Maha-Choans das teogonias orientais, representavam – através de uma série numeral cabalística – Seres de uma categoria superior ou divina. Foi desse termo e do seu sentido, que a Igreja copiou o de “Sumo Pontífice” para os seus Papas. “Construtores de pontes, obreiros, pedreiros do Edifício Humano” foram sempre os Maçons, embora os seus símbolos e iniciações, herdados do Antigo Egipto e cujo verdadeiro Patrono foi Amenófis IV, ou KUNATON, não sejam mais interpretados como outrora. Esta verdade, além do mais, está implicitamente apontada no termo “Filhos da Viúva”, porque nas referidas tradições egípcias Osíris (o Pai, o Sol) morre, e Ísis (a Mãe, a Lua) ficando “viúva” começa a procurar os “14 pedaços do esposo desaparecido” (as doze conhecidas e mais duas ocultas “casas solares” ou signos zodiacais, Hierarquias Ocultas, Avataras, etc.), sendo que o último (o “sexual”) foi encontrado no bucho de um peixe pescado no Rio Nilo. E isto porque Piscis ou Peixes é um signo positivamente “sexual”, como prova o facto de quando apresentaram a Jesus (Is, Iess, Jess, etc.) a mulher adúltera, que a plebe queria apedrejar, ter Ele traçafo no solo um “peixe” e dito: “Aquele que estiver isento DESTE PECADO (e não “de pecado”, como querem muitos) que atire a primeira pedra”… O termo “pescador” também pode ser aplicado a tais Guias ou Condutores espirituais, do mesmo modo que “atirar a a rede (pela palavra, ou seja, pelo Verbo Divino, Luz que Moisés contemplou “face a face”) para apanhar as almas (ou “peixes”, já agora noutro sentido) que devem ser salvas”. São termos que se prestam maravilhosamente a tudo quanto vimos explanando até agora.

É que os homens desde os meados da terceira Raça-Mãe (Lemuriana) começaram a nascer desse modo e não como anteriormente, isto é, do suor, por cissiparidade como certas plantas. As mesmas teogonias orientais (donde surgiu todo o saber humano), referindo-se a esse período, apontam anteriormente os “Manasaputras” andróginos, ou “Filhos do Mental” (criados pelo “Poder de Kriyashakti”), no que está de pleno acordo o grande Marañon por ser um verdadeiro Teósofo (mesmo porque, além de tudo, foi amigo de Roso de Luna, nosso amigo também, e membro n.º 7 da nossa Instituição, como “Arauto da Missão em que a mesma está empenhada”).

O segundo nome de Cristóvão Colombo faz lembrar a Colomba, Colombina, pomba, ave, o que se torna evidente pelo facto de na sua “sigla” saudar o “Espírito Santo” que, como se sabe, é simbolizado por uma pomba. Isto também faz lembrar aquela simbólica “ave ou pomba” solta por Noé (lido anagramaticamente, é o ÉON grego, que significa “a manifestação da Divindade na Terra”), da qual é uma alegoria a famosa frase latina SIC ILLA AD ARCAM REVERSA EST (“Assim voltou ela para a arca”, isto é, portadora de um ramo de oliveira que, em verdade, se refere a um “Ramo Racial”, Família-Semente, e não apenas à família particular de Noé como muitos julgam do modo mais infantil possível… pois que Noé foi um Manu ou Condutor de Povo, assim como Moisés e outros). Tomé de Souza, como primeiro Governador da Bahia, colocou na sua bandeira a referida frase, além da Cruz da Ordem de Cristo, à qual ele pertencia. Tal frase começou, desde então, a ser usada pela Intendência Municipal da Cidade do Salvador (ou “de Tomé de Souza”).

Não é demais apontar ainda neste estudo o nome do fundador da Rosacruz alemã, CHRISTIAN ROSENKREUTZ, pois do primeiro termo sobressai o de CRISTO (Cristiano, Cristão) e do segundo a ROSA e a CRUZ, respectivamente, alegoria do AMOR UNIVERSAL – pois que a ROSA (vermelha, ígnea, etc.) se transforma em CORAÇÃO – e símbolo cósmico (Cruzeiro do Sul, etc.). De tal símbolo apropriou-se a Igreja para a imagem do “Coração de Jesus”, sendo que as “sete espadas (ou dores) da Virgem Maria”, atravessadas no seu coração, representam as sete Raças Cósmicas, estados de Consciência, e até as Sete Plêiades[1] como “Amas, Mamas, Marias” ou “Mães do Guerreiro Kartikeya” (o mesmo Maitreya, etc.), que receberam o nome de Kritikas nas escrituras orientais. A Igreja preferiu concebê-las como as “sete semanas da Quaresma”, dando-lhes os seguintes nomes: ANA, BAGANA, REBECA, SUSANA, LÁZARO, RAMOS e PÁSCOA. Em forma de verso:

Ana, Bagana,
Rebeca, Susana,
Lázaro, Ramos,
Na Páscoa estamos.[2]

Quanto ao nome de Maria, que Colombo também saudava na sua “sigla”, convém dizer que provém de Mare, o Mar, as águas, além de tudo, para fazer jus ao signo de Aquarius, francamente feminino. Daí as “águas do parto”, etc. Isto pode ser comprovado verificando as pias batismais das catedrais mais famosas do Mundo, nas quais se acham dois MM entrelaçados que o vulgo julga ser apenas o nome de Maria, mas que é a antiga maneira de se firmar o signo de Aquarius. E isto prova porque todas essas catedrais foram construídas por verdadeiros Mestres ou Maçons daquela famosa Ordem dos Monges-Construtores, da qual surgiu a própria ROSACRUZ…

No frontispício da igreja da Santa Cruz dos Militares, à Rua 1.º de Março, no Rio de Janeiro, figura um “girassol” – símbolo francamente maçónico. Como flor solar, o Helianto corresponde ao mistério do nome de CRISTO. De quem partiria, pois, semelhante ideia?…


Igreja da Santa Cruz dos Militares, Rio de Janeiro

Quanto a Cabral, deve-se assinalar que preferiu colocar “três cabritos no seu escudo”, não só para fazer jus ao seu nome como ao próprio Capricórnio (“Trópico de Capricórnio”, etc.), por sua vez relacionado com o termo sânscrito KUMARA (de cume, altura, etc.), ou seja, a Hierarquia de Seres que “construiu a Família Humana” justamente quando esta mereceu o referido nome, isto é, nos meados da Raça Lemuriana.

Como se sabe, os “caprinos” preferem viver no CUME DOS PENHASCOS, tendo juntas de tal modo as quatro patas que “mais parecem uma só”, o que equivale a dizer que o Quaternário Terreno (a Pedra Cública) ali está firmado na Unidade e no Ternário no CUME de uma Montanha, ou antes, na cúspide de uma Pirâmide.

Com o “compasso e o esquadro”, principais ferramentas dos pedreiros ou maçons, desde que entrelaçados e invertidos forma-se o Hexágono, símbolo precioso do Macrocosmos e do Microcosmos. Colocados em direcções horizontais e verticais, apresentam claramente a Rosa e a Cruz, desde que no centro se firme a FOLHA DE ACÁCIA.

Eis aí, pela primeira vez demonstrado, o símbolo geral da antiga Rosacruz e que hoje os seus não Iniciados sucessores desconhecem por completo, como desconhecem que as 4 letras secretas, que finalizam o alfabeto Devanagari, colocadas nas 4 direcções cósmicas, ou pontos cardiais, dão a mesma Rosa e a Cruz…



Maçons do Brasil! Maçons de todas as partes do Globo! Quem vos dirige a Palavra é hoje Teósofo, portanto, para vos dizer que HIRAM, o “Filho da Viúva”, ressuscitou… E traz consigo o mais precioso de todos os símbolos que é o do Excelso TETRAGRAMATON, como expressão idoplástica do Homem Cósmico que é JEHOVAH!

Hiram, Kunaton, CHRISTIAN ROSENKREUTZ, SÃO GERMANO! Pouco importa o nome, pois que “Ele já veio e vós não O reconhecestes”… Mas, em breve, Ele voltará à sua Santa Morada, para fazer jus à antiga palavra franco-maçónica VITRIOL – composta de sete letras – com a qual era formada a frase mais secreta que se conhece, verdadeira “palavra de passe”, cujo sentido real até hoje não foi decifrado senão por Aqueles que têm o direito de penetrar no mais sublime de todos os Tabernáculos: VISITA INTERIORA (ou Inferiora, se o quiserdes) TERRAE RECTIFICANDO INVENIES OMNIA LAPIDEM.

Hoje não mais conheceis a “palavra de passe” egípcia, que era pronunciada à entrada do Templo. Substitui-a, pois, por aquela outra latina que prova “estar Justo e em Perfeito equilíbrio com o Templo, o obreiro ou construtor do Edifício Humano”.

Sim, JUSTUS ET PERFECTUS. A mão direita e o pé do mesmo lado firmavam na Terra o Compasso e o Esquadro, além do mais, para dignificar o “Quaternário Terreno”. Este está representado – na Tragédia do Gólgota – nas 4 letras J.N.R.J., que não querem dizer apenas JESUS NAZARENUS REX JUDEORUM (leia-se NAZAREUS, por ser Jesus da instituição dos “Nazar”, ou dos que traziam os cabelos rentes ao ombro), enquanto o indeformável Triângulo, que figura no Templo maçónico, está no mesmo “Corpo Eucarístico” (Eucrístico) de Jesus representado nas 3 letras: J.H.S. Entre os Dois Ladrões (que não têm a interpretação que se lhes dá, mas outra bem diversa…), erta ELE o Grão-Mestre ladeado pelas Duas Colunas (vivas) Jakim e Bohaz, cujas iniciais (J e B) também figuravam nas duas cidades onde o mesmo Jesus nasceu e morreu: Belém e Jerusalém. São ainda as mesmas iniciais de João Batista (o seu Arauto, Anunciador ou JOKANAN), que o batizou no Rio Jordão, momento em que “desceu sobre Jesus o Fogo do Espírito Santo”, muito bem simbolizado na Ave ou Pomba. Jesus, como todos os Grandes Iniciados, foi verdadeira AVIS RARIS IN TERRIS.

Quanto ao termo João Batista – hoje com significado mais misterioso que outrora e relacionado com o Culto de Melkitsedek ou MAÇONARIA UNIVERSAL (Grande Fraternidade Branca) – cumpre esclarecer que se acha estreitamente ligado ao Rito ADONHIRAMITA (Adam, Hiram e Ita, Mita ou Mitra).

Isso transparece, além de outras razões ocultas, nos seus sinais, inclusive no que deve ser feito na “garganta”, para indicar a maneira pela qual foi o “Arauto de Jesus” sacrificado, porque, em verdade, quando se põe em suas mãos um cordeiro é para provar que tanto o Anunciador como o Anunciado merecem a famosa frase latina: AGNUS DEI QUI TOLLIS PECCATA MUNDI – Miserere nobis (“Cordeiro de Deus que tirais nos pecados do Mundo, tende piedade de nós”). Todos esses Arautos têm o nome de Iokanãs ou Jokanãs – que não deve ser dado a nenhum ser, como julga a maioria, pois representa a função ou papel que incumbe a determinados Seres de alta Hierarquia que se confunde com a do próprio Anunciado, como acontecia com João Batista o que o obrigou a dizer que “não era digno de desafivelar os cordões das sandálias do Outro (Jesus), nem de beijar o pó que o mesmo pisasse”. Nos Movimentos cíclicos, como aquele em que a S.T.B. está empenhada, também existem os Arautos ou Iokanãs, papel este que, como já se disse, foi desempenhado pelo insigne Mário Roso de Luna através das suas Conferências Teosóficas na América do Sul.

Em resumo, IOKANÃ quer dizer: IO (Ísis, Lua, etc.) e KANÃ ou CANAÃ, “Promissão”. Em tradução livre: Aquele que conduz, anuncia, alguém ou alguma coisa pelo “Itinerário de Io ou Ísis”, ou seja, o “Caminho Real por onde tem de passar um novo Clã, Família, Raça”, como acontece com as SEMENTES arregimentadas pela mesma Sociedade Teosófica Brasileira. Donde o seu conhecido lema: SPES MESSIS IN SEMINE (“A esperança da colheita está na SEMENTE”). E tal a razão de ser dado ao Lugar onde foi construído o seu Templo o nome de VILA CANAÃ.

A palavra NITERÓI, onde foi fundada (com o nome Dhâranâ) materialmente a detentora desse Movimento, provém de três outras palavras extraídas de antiga língua sagrada, NISH – TAO – RAM, que querem dizer: “O Caminho Iluminado pelo Sol” (Espiritual, evidentemente). A prova é que o ano da sua fundação foi 1924, dirigido pelo Sol, e o mês o de Agosto (dia 10), ainda sob essa égide. E, finalmente, num domingo, como dia também do Sol. Três Sóis (como a própria Manifestação Divina) que, desde então, “começavam a iluminar o Caminho da Evolução Humana”!

jhs-supremo mestre secreto da maçonari -universal[1]

Como outrora no Egipto: MISRAIM – MÊNFIS – MAISIM![3]

E com isto, aceitai – velhos Irmãos e Amigos – as Homenagens de quem até hoje vos respeita e admira, mas que também pede que Homenagens, por sua vez, sejam prestadas Àqueles que já se foram, e sobre cujos respeitáveis Túmulos não devemos permitir que seque ou desapareça a simbólica e sagrada Flor da Acácia.

Com a destra voltada para o Céu e o polegar invertido para a Terra – contrariamente a quantas saudações caóticas foram instituídas pelas decadentes ideologias deste ciclo em franco declínio – maiores Homenagens devemos prestar ao mais Digno e Excelso de Todos os Construtores:

O SUP ARCH
NOTAS
[1] As Plêiades constituem o grupo central de toda a simbologia sideral. Chefiando a constelação de Taurus, foram consideradas como o “grupo central da Via Láctea”, a “Grande Serpente Celeste”. Tanto para a Cábala como para o Esoterismo Oriental, elas são o “Septenário sideral” nascido do primeiro lado manifestado do “Triângulo Superior Oculto” (o mesmo que a Igreja apresenta como “Aquele em cujo centro figura o Olho da Divindade”, e a Maçonaria como o “Supremo Arquitecto”). Símbolo do UM (de preferência, do Uno-Trino), e também do ALEPH (primeira letra do alfabeto hebreu, com o sentido oculto de Deus, Allah, Brahma, Osíris, etc., segundo as teogonias orientais e ocidentais), o Touro ou Boi, cuja síntese é o DEZ (10) ou IOD (Iod ou Jod, tanto faz), como letra e número perfeitos. As Plêiades, principalmente Alcione, até mesmo pela Astronomia oficial “são consideradas como ponto central, em torno do qual gira toda a massa de estrelas fixas” que compõem o nosso Universo; o foco sobre o qual converge e age, incessantemente, o Divino Sopro (o “Sopro de Brahma ou Deus nas narinas de Adam” ou Adão, como quer a Igreja), que produz todo o movimento vital do Universo durante o presente Manvantara (período de actividade do Mundo, “Dia de Brahma”). Isto explica porque, nos simbolismos siderais da Filosofia Oculta, este círculo com a cruz de estrelas na sua face é “aquele que representa o papel principal”…

[2] Muito mais por “causalidade” do que por “casualidade”, o presente estudo foi publicado no jornal “O Arauto”, de São Lourenço, num DOMINGO DE RAMOS.

[3] Os 3 termos Misraim – Mênfis – Maisim eram assinalados entre as Colunas do Templo maçónico por 3 MMM, que por sua vez tinham outras interpretações de imenso valor nos ritos egípcios.


Fonte: Lusophia.

(*) Vítor Manuel Adrião, renomado escritor esotérico português, é consultor de investigação filosófica e histórica, formado em História e Filosofia pela Faculdade de Letras de Lisboa, tendo feito especialização na área medieval pela Universidade de Coimbra. Presidente-Fundador da Comunidade Teúrgica Portuguesa e Director da Revista de Estudos Teúrgicos Pax, Adrião é profundo conhecedor da História Medieval do Sagrado, sendo conferencista de diversos temas relacionados ao esoterismo, às religiões oficiais, aos mitos e tradições portuguesas, às Ordens de Kurat (em Sintra) e do Santo Graal, das quais também faz parte.
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Editor Luiz Sergio Castro