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GM-GOSP
Benedito Marques Ballouk Filho
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Caríssimos
Irmãos, Cunhadas, Sobrinhos e Sobrinhas,
Cada
vez mais crescente, assistimos, quase que atônitos e ao mesmo tempo com certa
revolta, uma verdadeira avalanche que invade nossas casas por meio do noticiário,
quer seja televisivo, impresso, radiofônico ou digital, sobre malfeitos que
resultam da nefasta corrupção, em vários níveis de governo.
Atravessamos
um momento delicado de nossa jovem democracia, aviltada por muito políticos
corruptos, que fazem da coisa pública seu espúrio negócio em detrimento de
nossa sociedade, especialmente àquela que mais necessita da atenção direta do
Poder Público.
São
bilhões de reais desviados em ações espúrias, extraindo de setores essenciais
como saúde, educação, meio ambiente, assistência, cultura, entre outros, além
dos investimentos necessários para os setores produtivos e estruturantes deste
País.
Estamos
em uma plena crise moral e ética no setor político Brasileiro e, ainda, com uma
visão equivocada de ação estatal nas áreas monetária e financeira, associada à
alta carga tributária e elevado custo produtivo que têm sufocado os setores
empresarial e industrial, trazendo por conseqüência a queda da renda e o
aumento no desemprego aos nossos cidadãos.
Vivemos
num Estado emperrado pela burocracia, pelo atraso tecnológico, sem
investimentos em logísticas, que acabam por amplificar a atual crise.
Na
área social, o Terceiro Setor, que bravamente cumpre com o papel típico do
Poder Público, saindo em defesa da cidadania e da assistência com várias ações
voluntárias em todas as áreas que permeiam a sociedade, também passa a sentir
dificuldades na sua árdua tarefa. São recursos que atrasam e outros que nunca
chegarão, por terem sido desviados na origem, quer por visão equivocada dos
dirigentes públicos, quer pela corrupção que literalmente assalta os parcos
recursos da arrecadação dos altos impostos.
Não
poderíamos deixar de registrar que, nos idos de 2007, muito antes desse quadro
de corrupção existente e propalado ganhar as páginas e a mídia de modo em
geral, por nossa iniciativa, a Maçonaria Paulista já houvera levantado a
Bandeira “Contra a Corrupção e a Luta pela Dignidade no Exercício do Poder”,
tema que se tornou objeto de um livro que publiquei em parceria com o saudoso
Ir.´. Ronald Amaral Kuntz.
Não
que tenhamos sido visionários, mas naquela época já sentíamos o vírus da
corrupção esgarçando o tecido social de nossa Pátria e decidimos conclamar
todos os homens livres e de bons costumes para esta luta cívica, em prol das
gerações futuras e em defesa de nosso País e de nossas famílias.
Naquele
momento, ao invés de bradar contra a imoralidade que se iniciava, partimos para
um programa inovador, criticado até mesmo por alguns setores de nossa Sublime
Instituição: “A Reinserção da Maçonaria na Política”, nascendo assim o Grupo
Estadual de Ação Política (GEAP), que objetivava, e objetiva, a ocupação do espaço
hoje tomado pelo corrupto e sem princípios, por Homens de Bem, apoiados por uma
Instituição que tem uma historicidade de quase dois séculos na defesa da Pátria
e da Humanidade.
Esse
programa, hoje, ganhou a musculatura necessária e abnegados Irmãos buscam
difundir seus princípios. O GEAP é uma realidade viva nos dias de hoje, que
muito contribuirá para a Construção Social tão propalada em nossos Rituais e
por muito tão olvidada por àqueles que certa feita apenas leram que “as
calamidades do presente não vencidas são o ônus terrível do amanhã”.
Com um cenário preocupante e desolador, convocamos
nossos queridos Irmãos Maçons da Jurisdição do Grande Oriente de São Paulo
(GOSP) para que participem, de forma pacifica e ordeira, das manifestações que
ocorrerão no dia 16 de Agosto, demonstrando, cabalmente, toda a nossa
perplexidade e indignação contra a corrupção existente em todo e quaisquer
níveis de Governo que integram nossa estrutura Federativa Brasileira.
Que
essa convocação, que estamos sugerindo, seja feita não com nossos símbolos, mas
com nossa coragem cívica e cidadã, sem paramentos, lapelas ou
outras honrarias a serem ostentadas, mas com a força da nossa capilaridade,
fazendo com que essa sociedade de “homens inteligentes” dê sua parcela de
contribuição tal qual muitos que passaram por suas Colunas fizeram em favor de
um povo usurpado pelo poder público e vitima dessa infame corrupção que assola
o nosso querido Brasil.
Engajem-se,
meus queridos irmãos e família maçônica Gospiana, para mostrarmos no dia da
manifestação que estamos presentes, em defesa dos mais comezinhos direitos de
nossa sociedade, aviltados há muito pelos escândalos sucessivos de corrupção.
É
chegada a hora de os maçons deixarem a plateia e serem protagonistas no
processo de evolução da sociedade.
Formemos,
então, nossa Cadeia de União.
Fraternalmente,
BENEDITO
MARQUES BALLOUK FILHO
Eminente
Grão-Mestre Estadual do Grande Oriente de São Paulo (GOSP)
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3 Comentários
Precisamos de todos os Ir.'.
ResponderExcluirPalhaçada dos que se dizem maçons!!! Sou maçom e isso não me representa.Sou Dilma!!! Vocês são manipuladores a serviço da burguesia fedorenta deste pais...Vão criar vergonha na cara!!!
ResponderExcluirO verdadeiro maçom é aquele que respeita as leis do pais em que vive,que promove a liberdade de pensamento,de opinião,que não faz politicagem a favor de A ou B. Fico indignado com pessoas que se dizem maçons e utilizam dessa maneira como se todos os maçons tivesse o meu critério politico...Ah!!! vão criar vergonha na cara! Deixem de fazer essa politicagem barata!!! Vão lapidar a PB de vocês que dever estar mais B que nada,porque todo o autêntico maçons respeita aquele adagio que diz que todos temos que respeitar o governante que a sociedade tem porque se assim ela o elegeu é porque ela o merece e que são vocês para pensar o contrario.TFA...
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