MAÇONARIA ONDE O BRASIL COMEÇA: AMAPÁ

Por Barbosa Nunes

Na minha caminhada maçônica em defesa de um Grande Oriente do Brasil harmonizado, inovado e em crescimento, embarquei no aeroporto de Goiânia na manhã de sexta feira 29 de setembro, em um trajeto de quase três mil quilômetros com escalas em Brasília e Belém, para chegar a cidade de Macapá, capital do estado do Amapá. Já em companhia do presidente da Assembleia Federal do GOB, Ricardo Carvalho, o deputado federal maçônico, Arquiariano Bites Leão e César Dourado, Grande Regente do Rito Brasileiro, representando o Soberano Grande Primaz, Nei Inocêncio, fomos fraternalmente e com muita alegria recebidos por irmãos e cunhadas no aeroporto Alberto Alcolumbre.  Nos esperavam os maçons Igor, Silvino, Bira, Neto, Gean, Emanuel, Márcio e Valmon e as cunhadas Bia e Elizabete.

No mesmo dia à noite, participamos de uma sessão de iniciação, elevação e regularização nos corpos filosóficos do Rito Brasileiro, presidida por César Dourado. No dia seguinte sob a coordenação do jovem maçom Silvino Dal Bo Neto, aconteceu uma grande, organizada, prestigiada e de conteúdo de alto nível, mais uma edição do IRMANAR, iniciativa da Assembleia Federal do GOB na gestão de Múcio Bonifácio e sequenciado na atual gestão de Ricardo Carvalho. Teve como local de acolhida aos 246 participantes, entre maçons, cunhadas e sobrinhos, a confortável sede da Câmara Municipal de Macapá.

O alto interesse dos maçons do Amapá foi demonstrado pelas autoridades que se pronunciaram elogiando o evento, entre elas o senador Randolfe Rodrigues, vice-governador Papaleo Paes, prefeito de Macapá, Clécio Luiz, deputado federal Nilson Borges, presidente da Câmara, Acácio Favacho e o Sereníssimo Grão-Mestre da Grande Loja do Amapá, Giovanni Tavares.

Os presentes participaram de grupos de discussão, apresentando relatórios, sobre os temas: A Maçonaria e a Politica; A Maçonaria e o Social; A Maçonaria Vista pelo Mundo Profano; A Maçonaria nas Mídias Sociais; Maçonaria Quantidade com Qualidade; Aprendizes e Companheiros; A Maçonaria e a Fraternidade Feminina e A Maçonaria e as Entidades Paramaçônicas Juvenis, com as coordenações de Luiz Bezerra, Bira, Rosário, Cláudio Júnior, Jackson, Welington, Elson e Queiroga.

O patrono do IRMANAR – Amapá foi Francisco Xavier da Veiga Cabral (O Cabralzinho), reconhecido pelo governo brasileiro como herói nacional, com o título de General Honorário do Exército Brasileiro.

Devo dizer e constatar neste artigo a minha boa impressão sobre os objetivos que os maçons daquele estado desejam alcançar, entre eles, a transformação da Delegacia do GOB, exercida pelo irmão Valdim Pereira de Souza, em Grande Oriente Estadual, o que certamente alcançarão, amparados pela união e o compromisso de fazer crescer o GOB naquele estado. Contam com a minha solidariedade e o meu compromisso de junto com eles caminhar nesse sentido. Tem este sonho o suporte de uma bancada federal maçônica unida para esse fim, composta pelos deputados Silvino Neto, coordenador geral do IRMANAR e demais coordenadores, deputados Bira, Elson, Queiroga, Rosário, Paulo Guerra, Wladimir e Ademirco, a quem cumprimento pela excelente e organizada realização, que muito demonstrou o prestígio e o reconhecimento aos maçons do Amapá.

Fui presenteado pelo presidente da Academia Amapaense Maçônica de Letras, Ulysses Santos dos Santos, com a publicação “Do sonho à realidade”, que registra os seus fundadores, Inácio Barroso Rocha, João Lourenço da Silva, Luiz Holanda de Souza, Rogério Bueno da Costa Funfas e os integrantes das 33 cadeiras, Wilson José Queiroga de Souza, Luiz Alberto Azevedo Bezerra, Raimundo dos Santos Lopes, Luiz Marcos da Silva, José Policarpo Miranda, Célio da Silva Lopes, Paulo Fernando Batista Guerra, João Lourenço da Silva, Edvaldo de Azevedo Souza, Maurício Braga de Nódoa, Thiago Afonso Celestino Teixeira, José Damildes das Neves Tavares, Manoel Sobral de Souza, Raul Tabajara Lima e Silva, Welington dos Santos Silva, Pedro Francisco Clavé Velleda, Giovanni Tavares Maciel Filho, Reinaldo Cezar Miguel dos Santos, Raimundo dos Santos Lopes Filho, Marcel Souza Bitencourt, Alexandre Gomes Galindo, Antônio de Pádua Pires, Francisco Osvaldo Simões Filho, Jackson Silva de Oliveira, Luiz Gionilson Pinheiro Borges, José Maria Barros Cardoso, Lourival Pinheiro Borges, Orivaldo de Azevedo Souza, Fernando Pimentel Canto, Ulysses Santos dos Santos, Valdim Pereira de Souza, Renato Rocha e Silva, Biracy de Jesus Guimarães, Wladimir Belmiro de Almeida, Ivan Andrade dos Santos e Juvenal Salgado Canto.

O presidente da Academia, à época do lançamento do livro, Wilson José Queiroga de Souza, disse na apresentação da publicação: “A memorável Academia Amapaense Maçônica de Letras, desde a sua origem vem trabalhando com este proposito da produção literária”, enquanto o idealizador da Academia, Raimundo dos Santos Lopes, no prefácio registra: “A Academia hoje é uma realidade que segue irreversivelmente seus passos, para que possamos deixar como herança nossas criações literárias e artísticas, nossas reflexões filosóficas, nossos estudos e uma expressiva produção do conhecimento, que certamente deverá contribuir para debates e para educação de todos aqueles que se interessam pela nossa Sublime Ordem”.
A origem do nome do estado é controversa, na língua tupi, significaria “o lugar da chuva”. Segundo a tradição, significaria “terra que acaba” ou “ilha”. Outros afirmam que o nome se refere ao amapazeiro, árvore que produz um fruto roxo, saboroso, em formato de maçã. Ainda segundo o tupinólogo Eduardo de Almeida Navarro, “amapá” designa uma espécie de árvore apocinácea, o que também é descrito no dicionário Aurélio. Porém do Amapá histórico, do Amapá rico em minério, de Macapá banhada pelo Rio Amazonas onde trafegam grandes navios vindo e indo para todas as partes do mundo, do Amapá corajoso e lutador para não deixar suas terras em mãos estrangeiras, eu já de retorno, no domingo, dia 1° de outubro, carrego muito pouco da sua grandeza, mas muito da sua importância, muito do seu povo maçom.

Carrego o Marco Zero, monumento que se levanta imponentemente no centro de Macapá, única cidade brasileira cortada pela linha imaginária do Equador, que divide a Terra em dois hemisférios, no qual os visitantes e turistas se fotografam tendo um pé no hemisfério sul e outro no hemisfério norte. Deste Amapá maçônico carrego a certeza de que pelo que vi no IRMANAR, dos irmãos, cunhadas e sobrinhos, a certeza de que se o estado é de possibilidade de grande investimento, a Maçonaria Amapaense, sem duvida nenhuma está, sobretudo agora, envolvida com seu futuro.


Barbosa Nunes, advogado, ex--radialista, membro da AGI, delegado de polícia aposentado, professor e maçom do Grande Oriente do Brasil - barbosanunes@terra.com.br

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Editor Luiz Sergio Castro

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