Assim, caminha, a humanidade

Por Deo Mário Siqueira
Deo Mário Siqueira
Reza a lenda que permeia a estória do nosso rincão pátrio que o escriba da esquadra comandada pelo gajo Pedro Álvares Cabral tenha deixado em letras portugóticas aquela que seria nos dias d'então a maior das previsões pre osvaldesoza: " nestas terras em se plantando tudo dá ".
Sua bola de cristal talvez ja fosse na ocasião inicializada por processador do tipo coreisete, com tela circular de quatrocá; vai adivinhar assim lá atrás dos montes pascoais, mermão!
Senão, vejamos se sim: ao abrirmos hoje os nossos aipodes vemos logo uma logo sugestiva que nos aponta para as penúltimas novidades que escancaram em letras garrapets o resultado das faturas eleições cujo sufrágio, garante o ibope, biza. E pode, graças à bola aquela do copydesk do planejado descobrimento casual que pressupunha a plantação como regra baseada no obvio para a premonição petulante: semeando o já ganhou com a autoridade de quem ja ganhou antecipado o investimento nenhum. Mas o cerco de circo é o que lhes garante o pão, estatisticamente, levando, a cabo, tarefas garantidas por assinatura. Tipo operação Uruguai, com direito a fog canisbal sem colírio e nem óculos de sol para deixar tudo numa boa, idiotizados, mas numa boa. Sentindo nada, alien nada, apenas zumbizados. Em nome do imposto divisível por aqueles mesmos que patrocinam o futuro ilegal como legal na contramão da lei que baseia-se na liberdade que aprisiona a personalidade, da juventude que torna mais curta a vida, mais e mais...
Esta tutto bene, garantem os capos, sobretudo por estar na moda.
Assim, Caminha, a humanidade assiste ao preepílogo de uma cultura tocada no improviso e baseada na liberdade de poder, tudo baseado em um pseudo evoluído caldo mais de cevada que de desenvolvimento, viciado em improvisos "da hora", assimilado no horário nobre do submundo dos deformadores da opinião hoje mais privada que publica.
Não verei acontecer mas não duvido que daqui a 20 anos algum grinvald jr se fará presente no picadeiro herdado para defender a cininho, essa fada, extraindo das tetas exangues a indenização que tem direito por ter participado quase que diretamente da ação tão democrática que aquele âncora atrapalhou. Tivera eu sua bola premonitora, pero, não a tenho, escriba, e anteciparia o cargo dessa fada...
Com certeza a lei da gravidade já estará revogada, como foi nos dias de então o gênero dos advérbios.
Esclareço que mesmo assim, Caminha, a humanidade jamais vai conseguir se adjetivar.

" Estou te explicando pra te confundir e estou te confundindo pra te esclarecer." Tomze
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Editor Luiz Sergio Castro