Silicone-bomba, um problema para levar no peito

Do Sul21
Por Claudia Rodrigues
Nada menos do que 12,5 mil mulheres no Brasil colocaram próteses de silicone da fabricante francesa PIP e outras 7 mil da holandesa Rofil.
O material utilizado pelas empresas é de baixa qualidade, semelhante ao do tipo industrial. As substâncias presentes são potencialmente tóxicas, a prótese tende a romper mais cedo do que as de alta qualidade. Com isso, infiltram-se em músculos, gânglios linfáticos, nervos e glândulas mamárias. Extravasando, leva a inflamações, infecções e nódulos.
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Editor Luiz Sergio Castro