Mensagem do Grão-Mestre Geral do GOB

Salve! Os Heróis da Pátria
Por Marcos José da Silva
A História do Brasil, a partir da Independência e mesmo antes, em muitas ocasiões mistura-se com a história da Maçonaria brasileira. Momentos gloriosos da nossa nacionalidade guardam, na memória da Pátria, a participação generosa da Sublime Instituição. No episódio da Independência, a ação decisiva coube ao príncipe Dom Pedro, cujo aniversário do nascimento comemora-se no dia 12 de outubro, Grão-Mestre do Grande Oriente do Brasil e Fundador do Império Brasileiro.

Nas fases mais brilhantes da nossa História encontramos os nomes dos maçons José do Patrocínio, à frente da Campanha Abolicionista; Marechal Deodoro da Fonseca, o Proclamador da República, que levou o galardão de Grão-Mestre da Maçonaria Brasileira; Rui Barbosa, Carlos Gomes, Duque de Caxias, além de centenas de outros de mesmo gabarito.

Falemos ainda de Frei Caneca, colocando-o em destaque na galeria de mártires e heróis da Pátria e da Nobre Arte, benfeitores de uma Nação que a custa de sacrifícios de seu povo e de seus líderes conseguiu abrir caminho e figurar, hoje, com destaque na vida internacional, e aos quais temos, no mínimo, a obrigação de reverenciar e mostrar como exemplos dignos do respeito dos seus pósteros, especialmente à juventude.

Aos que trouxeram para o Brasil o clima de liberdade, de cidadania, de igualdade perante a lei, do estado de Direito e de plena democracia, de que hoje usufruímos, a esses, temos o dever de honrar e de seguir-lhes os passos em direção a um futuro de total bem estar e felicidade para o nosso povo.

Em direção contrária marcham derrotistas constrangidos, saudosistas de tempos obscuros, partidários da decadência, enfim, maus brasileiros que se comprazem em palavras e atos na mórbida e inglória tentativa de aviltamento da Pátria, através da prática da corrupção por um lado, e do aproveitamento dessa corrupção para, por outro lado, fazer comparações pejorativas contra nosso País no exterior.

Escritores levianos e pesquisadores de encomenda sempre atacaram a Ordem e os seus mais abnegados representantes, seja de fora ou de dentro das nossas colunas, sempre a soldo do obscurantismo, como foi o caso do famoso Leo Taxil, que depois confessou seus crimes de calúnia e de corrupção bem paga.

O Grande Oriente do Brasil está atento a essa nova ofensiva malsã contra os heróis da Pátria e sempre se manterá na defesa daqueles que, hoje no Oriente Eterno, são atacados de forma indigna pelos que violam, mesmo em face dos mortos, o divino mandamento da fraternidade universal.


Marcos José da Silva
Grão-Mestre Geral

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Editor Luiz Sergio Castro